"(...)
Ao leitor comum? Os romances dão aos leitores algo para ler.
No máximo, os escritores mudam a maneira como os leitores lêem.
Essa parece-me a única expectativa realista. Também me parece mais do que suficiente. Ler romances é um prazer profundo e singular, uma actividade humana absorvente e misteriosa que não exige nem mais nem menos justificação moral ou política do que o sexo."
Ao leitor comum? Os romances dão aos leitores algo para ler.
No máximo, os escritores mudam a maneira como os leitores lêem.
Essa parece-me a única expectativa realista. Também me parece mais do que suficiente. Ler romances é um prazer profundo e singular, uma actividade humana absorvente e misteriosa que não exige nem mais nem menos justificação moral ou política do que o sexo."
Philip Roth, Paris Review
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