sexta-feira, 30 de abril de 2010

A escola saíu à rua

A escola saíu à rua from ARTilharia TV on Vimeo.

Os alunos da área de artes da Escola Secundária Antero de Quental(Ponta Delgada) deixaram as salas de aula para virem desenhar para a rua. Foi uma actividade com vista a divulgar também a oferta de formação da escola.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Feira do Livro de Lisboa


"Ilhas Desconhecidas" de Raul Brandão, ausente da Feira.
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Não sei porquê, mas não tenho vontade nenhuma de falar nisso.
Livreiro independente

CAMPO SANTO/ Guilherme Figueiredo

CONVITE
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O autor e a Editora Publiçor têm a honra de convidar V.Exa. e família para o lançamento do livro de fotografia Campo Santo de Guilherme Figueiredo, no próximo dia 3 de Maio, pelas 20h30, na Livraria SolMar, com a apresentação de Emanuel Jorge Botelho.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

7 Mandamentos para Quem Quiser Ser Um Bom Leitor

Na sua obra Como um Romance, Daniel Pennac criou, com uma boa dose de ironia, os 10 direitos inalienáveis do leitor. Ao lê-los, eu, um leitor pouco ortodoxo nas escolhas (os 5 até coexistiram pacificamente com o Saramago), fiquei intrigado com direitos como o de “saltar páginas” ou o de “não falar do que se leu”. Mais ainda com o 1º, o de “não ler”.
Então, pensei: se já há os direitos, por que não os mandamentos?
Deixo aqui um modesto contributo.
1º Não invocar o que se leu em vão (a presunção é feia e tem a perna curta como a mentira); 2º Guardar um dia por semana para a leitura (não seja fundamentalista, escolha o dia que mais lhe convier). 3º Não matar os livros (pecado que, em Portugal, editoras e Estado têm praticado mas pelo qual não são condenados. Conselho: dêem os livros que não vendem); 4º Guardar castidade nas palavras e nas obras, desde que sejam de qualidade (e entenda-se por castidade a pureza da língua escrita); 5º Não roubar livros (creia que a vergonha e a multa não valem o preço do livro); 6º Não inventar falsas leituras (não diga que lê o Saramago se a sua leitura é a revista Maria ou o jornal a Bola); 7º e último, não cobiçar o livro alheio. Compre-o. Agradecem-lhe o dono do alheio e o livreiro.
Dirá o leitor: só 7? Não é tradição que os mandamentos se vendam em pacotes de 10? Pois é, mas o número 7 não é só o dos pecados mortais, é também o da perfeição (e a tradição já não é o que era).

Marco Macedo Machado
23/04/2010

terça-feira, 27 de abril de 2010

Gerentes por um dia - o sarau from ARTilharia TV on Vimeo.

No dia Mundial do Livro, o escritor Emanuel Jorge Botelho e o artista plástico Urbano foram gerentes por um dia da Livraria Solmar. À noite, os efémeros gerentes organizaram um encontro de amigos à volta dos livros...

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Hoje é Dia de Cinema


Sim Senhor Deputado

«"Propomos, em termos simbólicos, que o primeiro a ser criado seja o 'Roteiro Anteriano', em São Miguel", indicou o deputado do PS, Alexandre Pascoal, que falava na apresentação da iniciativa legislativa, durante o plenário que está a decorrer na cidade da Horta.

Segundo o deputado do PS/Açores, a Resolução agora apresentada propõe, ainda, que sejam constituídos outros roteiros culturais nos Açores, nomeadamente, o de Vitorino Nemésio, na Terceira; Francisco de Lacerda, em São Jorge; Dias de Melo, no Pico; João Correia Rebelo, nas ilhas de São Miguel e Terceira; Ernesto Canto da Maia, em São Miguel, entre outros.
"Complementarmente à criação do 'Roteiro Anteriano', propomos a requalificação do 'Largo da Esperança', situado no Campo de São Francisco, através da colocação de uma placa identificativa e de homenagem junto ao banco, onde Antero se suicidou", afirmou Alexandre Pascoal.


A materialização destes roteiros passa, também, pela elaboração de brochuras de acompanhamento com a indicação dos percursos a efectuar, contendo um mapa de localização, fotografias identificativas, notas históricas e complementares, grau de dificuldade, distância, duração, e outro tipo de informações relevantes.

Alexandre Pascoal justificou esta iniciativa legislativa com a necessidade de salvaguardar e transmitir a cultura e identidades regionais, face à tendência globalizante.

Além disso, os roteiros culturais permitem aos habitantes e visitantes a "descoberta de novos motivos de atracção a esta Região, já de si tão rica do ponto de vista natural, patrimonial, artístico e cultural, convidando todos a fazer parte da História e a vivê-la nos seus percursos", explicou o parlamentar socialista.

Na apresentação da iniciativa, o parlamentar socialista salientou, também, que o turismo cultural é um produto estratégico que necessita de ser incrementado nos Açores.” »

domingo, 25 de abril de 2010

Eu, adicto, me confesso

Comemora-se hoje( sexta-feira)o Dia Mundial do Livro. Para mim, desde quase sempre todos os dias são dias mundiais do livro. Não estou só, nessa convicção. Milhares de pessoas pensam como eu e isso é óptimo, para os editores e livreiros sim, mas sobretudo para nós mesmos que podemos ser viajantes intrépidos sem sair do mesmo lugar, percorrendo territórios geográficos inexplorados mas também as montanhas, promontórios, vales, veredas e auto-estradas do conhecimento. Cedo comecei a juntar as letras e a ver que podiam fazer sentido. Tornei-me um viciado na leitura. Livros mas também o que apanhar à mão, que contenha letras, desde letreiros até revistas que abomino, mas que leio quando tenho tempo para matar, sobretudo nos consultórios médicos, dos quais faço por não ser um assíduo frequentador. Ao invés de me deixar de histórias, continuo cada vez mais a gostar de histórias, sobretudo as bem contadas. E como consequência disso, veio a escrita. Li naquele tempo o Júlio Verne todo, Salgari, Stevenson, Poe, Enid Blyton, Graham Greene, James Fenimore Cooper, Branquinho da Fonseca, José Rodrigues Migueis, Walter Scott e tantos outros autores, muito díspares entre si e que se os fosse enumerar teria neste texto um bom paliativo para quem sofre de insónias. E continuo a consumir sem parar
Desculpem mas agasta-me quem quer levar, a martelo, a que se consuma livros. Nem me refiro a quem faz disso um negócio mas sim a instituições públicas que acham que é seu dever incentivar as pessoas a ler. É verdade que não vem mal ao mundo que se leia, muito pelo contrário. Mas deixem que façamos a nossa escolha, a que nos der prazer ; não ponham as mãos à cabeça porque as crianças preferem navegar na net, já que não deixa de trazer conhecimento e estimula mesmo a agilidade mental.

A Poesia Está na Rua

Poster de Vieira da Silva



A Constituição de 1976
I – Direitos e deveres fundamentais
Art.° 13.° – 1. Todos os cidadãos (...) são iguais perante a lei.
Art.° 25.° – 2. Em caso algum haverá pena de morte.
Art.° 26.° – 2. Ninguém pode ser submetido a tortura nem a tratos ou penas cruéis, degradantes ou desumanas.
Art.° 37.° – 1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem, ou por qualquer outro meio, bem como o direito de se informar (...).
Art.° 43.° – 1. É garantida a liberdade de aprender e ensinar.
Art.° 45.° – 1. Os cidadãos têm o direito de reunir pacificamente (...).
Art.° 47.° – 1. A liberdade de associação compreende o direito de constituir (...) partidos políticos (...).
Art.° 48.° – 1. Todos os cidadãos têm o direito de tomar parte na vida política (...) do país directamente ou por intermédio de representantes livremente eleitos.
2. O sufrágio (direito de voto) é universal, igual e secreto e reconhecido a todos os cidadãos maiores de 18 anos (...) e o seu exercício é pessoal e constitui um dever cívico.
Art.° 51.° – 1. Todos têm direito ao trabalho.
Art.° 57.° – 1. É garantida aos trabalhadores a liberdade sindical.
Art.° 59.° – 1. É garantido o direito à greve.
Art.° 69.° – 1. Todos têm o direito a um ambiente de vida humana sadio (...) e o dever de o defender.
Art.° 73.° – 1. Todos têm o direito à educação e cultura.
in “Constituição da República Portuguesa”

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Gerentes por um dia

Gerentes por um dia from ARTilharia TV on Vimeo.

Assinalando o Dia Mundial do Livro, a Livraria Solmar (cidade de Ponta Delgada, Açores), transfere a sua gerência para as mãos do escritor Emanuel Jorge Botelho e do artista plástico Urbano