sexta-feira, 26 de setembro de 2008

A Faca Não Corta o Fogo


O novo livro de Herberto Helder, o maior poeta português vivo, é já considerado o acontecimento literário do ano
Uma edição da Assírio & Alvim.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Frank Lloyd Wright e Mamah Cheney



Tenho estado imóvel ao lado da vida, vendo-a passar por mim. Quero mergulhar no rio.
Quero sentir a corrente.
Assim escreveu Mamah Borthwick Cheney no seu diário ao tentar justificar o caso amoroso clandestino que viveu com Frank Lloyd Wright. Quatro anos antes, em 1903, Mamah e o marido Edwin tinham contratado o famoso arquitecto para lhes desenhar uma nova vivenda. Durante a construção da casa, uma poderosa atracção desenvolveu-se entre Mamah e Frank, e, por fim os amantes, ambos casados e com filhos, lançaram-se num caminho que iria chocar Chicago e alterar para sempre as suas vidas.
Neste inovador romance histórico, factos e ficção misturam-se de modo brilhante. Baseando-se em anos de pesquisas, Nancy Horan consegue entretecer factos pouco conhecidos numa empolgante narrativa, retratando com vivacidade os conflitos e a porfia de uma mulher de força a escolher entre os papéis de mãe, esposa, amante e intelectual.
A Mamah apresentada pela autora é uma mulher que procura encontrar o seu próprio lugar na vida e desenvolver a sua capacidade criadora, e relata a sua jornada inesquecível, assinalada por decisões que vieram modificar as suas noções do amor e da responsabilidade, conduzindo inexoravelmente à espantosa conclusão deste romance.
A Autora:
Nancy Horan é escritora e jornalista. Os seus artigos têm aparecido em diversas publicações.
Querido Frank , é o seu primeiro romance, ao qual dedicou sete anos da sua vida.
Viveu a maior parte do tempo em Oak Park, no Illinois, até se mudar recentemente para uma ilha em Puget Sound, dedicando-se agora por inteiro à escrita.
Numa edição da Difel este é um romance a não perder.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Prémio Nobel na Blogosfera

Chama-se ' O Caderno de Saramago ' . Na página oficial da Fundação José Saramago, está anexado o blogue, onde o escritor irá de vez em quando escrever, para comentar, expressar e reflectir acontecimentos.
A seguir com atenção.

Poderoso e Desconcertante


Os Detectives Selvagens de Roberto Bolãno é já considerado pela crítica literária como um dos livros do ano.

Autor :

(1953-2003), nascido no Chile, narrador e poeta, impôs-se como um dos maiores escritores latino-americanos do nosso tempo. Autor dedicado à investigação, levada às ultimas consequências, em torno da linguagem e da sua componente literária, Bolãno compõe um gigantesco fresco geracional que cruza tempos e geografias várias num ritmo narrativo de muitos fôlegos onde é visível o virtuosismo no uso de figuras e técnicas literárias, em linguagem.


O Livro:

Arturo Belano e Ulisses Lima, os detectives selvagens, procuram a pista de Cesária Tinajero, a misteriosa escritora desaparecida no México nos anos imediatamente a seguir à Revolução, e essa busca - a viagem e as suas consequências - prolonga-se durante vinte anos, desde 1976 até 1996, o tempo canónico de qualquer errância, bifurcando-se através de múltiplos personagens e Continentes num romance onde há de tudo:
amores e mortes, assassinatos e fugas turísticas, manicómios e universidades, desaparições e aparições.
Os seus cenários são o México, a Nicarágua, os Estados Unidos, a França, a Espanha, a Áustria, Israel, África, acompanhando sempre os detectives selvagens.
Publicado pela Teorema.

domingo, 14 de setembro de 2008

Filosofia

O maior prazer de um homem inteligente é passar por idiota diante do idiota que quer passar por inteligente.
Confúcio ( filosofo chinês )

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

MUITO EM BREVE

ACORDAR - DESPERTAR


terça-feira, 15 de julho de 2008

Uma Boa Leitura


O Livro:
Deram a volta ao largo. Do lado da lá da bomba, o camarada VendedorDeGasolina fez adeus como sempre fazia apesar de as pessoas estarem tão perto, não sei, cada um pode fazer e gastar quantos adeuses quiser, mas eu acho que adeus é para fazer mais assim numa ocasião de despedida tipo uma viagem longa, como quando alguém vai de avião para outro país internacional, ou mesmo que seja província mas que demore mais que quinze dias, ou faz-se adeus de muito longe quando a voz não chega nem mesmo gritada de doer a garganta, ou se for como nos filmes dos navios grandes que ás vezes até afundam, vale a pena ir ao porto fazer adeus com lenço ou sem lenço, com lágrimas ou sem chorar, mesmo existem pessoas que gostam de fazer adeus a rir, mesmo com a vontade de chorar escondida, porque aquele que vai embora já vai triste de ir para longe, não precisa mais de levar as nossas lágrimas de fazer para longe, não precisa mais de levar as nossas lágrimas de fazer adeus assim demorado, ou então, se é uma pessoa que se gosta muito dela e ela vai partir, mesmo que seja poucos dias, talvez dê para fazer um pequeno adeus mas não tão estrondoso e quase a imitar o camarada polícia sinaleiro como o VendedorDeGasolina fez para a minha Avó, ainda por cima, eu devia mesmo lhe dizer depois, nunca se faz um adeus tão grande a uma pessoa que está a chegar a casa, mas não vale a pena explicar mais, muitos mais-velhos não entendem nada dessa coisa de fazer adeus.
Autor:
Ondjaki nasceu em Luanda em 1977. Prosador. Às Vezes poeta. Escreve para o cinema e co-realizou um documentário sobre a cidade de Luanda ( Oxalá Cresçam Pitangas – Histórias de Luanda). É membro da União de Escritores Angolanos. É licenciado em Socilogia. Está traduzido em francês, espanhol, italiano, alemão, inglês e chinês.

FOI SÓ

DESCANSO DESCANSO DESCANSO

terça-feira, 1 de julho de 2008

Agradável Surpresa

O livro
Os homens têm memória, alimentam-se de histórias, e as que mais marcam são aquelas que determinam a vida dos nossos antepassados.
Esta é a história de uma família, os Palma Lobo. Bisavô, avô, pai e filho. Roberto, Álvaro, Jorge e Salvador. Nomes diferentes, mas o mesmo sangue e muito em comum: mulherengos, excêntricos, excessivos, todos marcados pela loucura e tortura da paixão. Foram todos homens invulgares sempre dominados por paixões privadas, amores e loucuras, e era nesse círculo íntimo do coração e do sexo que a sua se destina a viver e a terminar. Passando por Moçambique, Angola, Lisboa, Alentejo e Brasil, a sua vida é uma epopeia à espera de ser revelada.


" Eis um romance extraordinariamente estruturado, coerente, seguindo uma progressão organizada e de uma delicadeza envolvente."


Expresso

O Autor
Domingos Amaral filho de Freitas do Amaral, nasceu a 12 de Outubro de 1967, em Lisboa. Depois de se ter formado em Economia, pela Universidade católica Portuguesa, e de ter feito um mestrado em Relações Internacionais, na Universidade de Clúmbia, em Nova Iorque, decidiu seguir a sua carreira como jornalista.
Enquanto Salazar Dormia (2006), este ultimo já editado no Brasil e na Polónia.