terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Eventos SolMar 2014


"Galveias" José Luís Peixoto, ed. Quetzal
 

"Minima Azorica", Onésimo Teotónio Almeida, ed. Companhia das Ilhas
 

Eventos SolMar 2014


Álamo de Oliveira, " Marta de Jesus a Verdadeira", ed. Letras Lavadas

 
"Gente Feliz com Lágrimas" (edição comemorativa), ed. Dom.Quixote
 

Vamberto Freitas, "BorderCrossings: leituras transatlânticas 2", ed. Letras Lavadas

Eventos SolMar 2014

 
 
José Medeiros Ferreira, " Não há Mapas Cor-de-Rosa a História (Mal)dita da Integração Europeia" Ed. 70, parceria com Teatro Micaelense. Fotografia, Fernando Resendes.
 
 
Rui Bettencourt, " Políticas Para a Empregabilidade", Ed. 70.
 


Ler Açores - José Carlos Frias


domingo, 18 de janeiro de 2015

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Minima Azorica, O Meu Mundo É Deste Reino - Onésimo Teotónio Almeida


Mais do que um lugar "de onde", os Açores foram-me sempre um lugar "onde". Costumo dizer que não emigrei, só alarguei fronteiras, tanto para oriente como para ocidente. Por isso as margens do Atlântico se me aproximaram e fizeram um rio. A ida para Lisboa e, poucos anos depois, para os EUA, fez-me dar conta de um generalizado desconhecimento do meu arquipélago, mesmo de realidades tão simples como a sua geografia. Vicissitudes diversas levaram-me a embrenhar-me no estudo da cultura açoriana e, de modo especial, da sua produção literária. Daí o ter criado um curso na Brown University sobre Literatura Açoriana que é, afinal, um mergulho na cultura dos Açores através da sua literatura – tema também de um simpósio por mim organizado em 1983, cujas actas coordenei em "Da Literatura Açoriana – Subsídios para um balanço" (1986). No mesmo ano publicara "A Questão da Literatura Açoriana – Uma revisitação" e coordenara ainda "The Sea Within – a selection of Azorean Poetry", traduzida por George Monteiro. Em 1989, publiquei "Açores, Açorianos Açorianidade – um espaço cultural" (reeditado em edição alargada em 2011). Também em 2010 saiu "Açores, Europa – uma antologia". No "Seio Desse Amargo Mar" (1991) põe em teatro a questão da identidade açoriana. O presente volume recolhe os principais escritos açorianos em português desde 1989.

Minima Azorica - O meu mundo é deste reino, Onésimo Teotónio Almeida, Companhia das Ilhas, 2014.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Poesia Reanimada de Daniel Gonçalves - Chancela Artes e Letras


Trata-se de uma antologia de Daniel Gonçalves, poemas dos últimos seis anos, numa edição muito íntima e cuidada, que tentou reanimar o essencial das suas palavras. A obra chama-se, precisamente, POESIA REANIMADA (teoria geral do amor).

Vai ter chancela da Livraria SolMar. O livro terá duas versões, uma regular e outra mais do que especial, com tudo quanto um livro merece: capa dura, forrada a tecido, fita, sobrecapa, papel gourmet, enfim, pequenos luxos. A edição especial será reduzida. Saia em Dezembro.

Um livro especial, para uma bonita prenda de Natal.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Convite/Lançamento - Da Europa de Shuman À Não Europa de Merkel de Eduardo Paz Ferreia



Da Europa de Schuman à Não Europa de Merkel”, de Eduardo Paz Ferreira.

"Eduardo Paz Ferreira, “europeu nascido nos Açores” e hoje professor de Direito, foi, então com 23 anos, chefe de gabinete de Medeiros Ferreira, ministro dos negócios... estrangeiros, e nessa qualidade participou nas negociações para a adesão de Portugal à União Europeia. Esse processo é descrito no seu livro recentemente publicado, “Da Europa de Schuman à Não Europa de Merkel” (Lisboa, Quetzal, pg. 85 e seg.). Mas não é só esse registo testemonial que configura a relevância do livro, que vale também pela reflexão aberta sobre a história e as dificuldades da União, a partir do debate económico, social, jurídico e, sobretudo, europeu."

Ler aqui http://blogues.publico.pt/tudomenoseconomia/2014/10/05/da-europa-de-schuman-a-nao-europa-de-merkel-de-eduardo-paz-ferreira/

terça-feira, 7 de outubro de 2014

O melhor Romance que Ninguem Leu - Stoner


Romance publicado em 1965, caído no esquecimento. Tal como o seu autor, John Williams – também ele um obscuro professor americano, de uma obscura universidade. Passados quase 50 anos, o mesmo amor à literatura que movia a personagem principal levou a que uma escritora, Anna Gavalda, traduzisse o livro perdido. Outras edições se seguiram, em vários países da Europa. E em 2013, quando os leitores da livraria britânica Waterstones foram chamados a eleger o melhor livro do ano, escolheram uma relíquia. Julian Barnes, Ian McEwan, Bret Easton Ellis, entre muitos outros escritores, juntaram-se ao coro e resgataram a obra, repetindo por outras palavras a síntese do jornalista Bryan Appleyard: "É o melhor romance que ninguém leu".Porque é que um romance tão emocionalmente exigente renasce das cinzas e se torna num espontâneo sucesso comercial nas mais diferentes latitudes? A resposta está no livro. Na era da híper comunicação, Stoner devolve-nos o sentido de intimidade, deixa-nos a sós com aquele homem tristonho, de vida apagada. Fechamos a porta, partilhamos com ele a devoção à literatura, revemo-nos nos seus fracassos; sabendo que todo o desapontamento e solidão são relativos – se tivermos um livro a que nos agarrar.

Stoner, John Williams, Ed. D.Quixote, 2014.

Ler aqui