quinta-feira, 9 de maio de 2013
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Outros Nomes Outras Guerras
O presente volume contém uma selecção de poemas que vêm desde o seu primeiro livro, Raiz de Mágoa (1972) até ao recente África Frente e Verso, e inclui ainda uma breve sequência de inéditos.
A poesia de Urbano Bettencourt requer o nosso reencontro de tempos a tempos, uma sucessão de olhares e pensamentos. Não se trata tanto aqui de uma poesia de conceitos ou ideias, mas sim uma ideia ou conceito de poesia onde tudo cabe ou tudo poderá ser sugerido e insinuado, onde o melhor da nossa tradição literária converge para que possamos redefinir constantemente quem somos e de onde vimos.
Vamberto Freitas ( Prefácio)
outros nomes outras guerras, de Urbano Bettencourt, ed. Companhia das Ilhas, 2013.
domingo, 28 de abril de 2013
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Eduardo Paz Ferreira
"Se não houver uma inversão do sentido da marcha, os anos que se
seguirão continuarão a ser de chumbo. E de um chumbo cada vez mais pesado. Mas
quero acreditar que está nas nossas mãos conseguir alternativas à continuação
destes anos. Os próximos tempos são necessariamente de alteração na situação
política e das condições económicas. O preço que se vai pagar é muito alto. Não
serão dias fáceis, mas, se conseguirmos dar alguma esperança às pessoas,
mostrando que esta situação se está a dissipar, já é positivo."
Eduardo Paz Ferreira, (In) Jornal i, 25 de Abril, 2013.
terça-feira, 16 de abril de 2013
Crónicas de Anos de Chumbo 2008 - 2013
"Este livro é uma forma de presença, de presença crítica, impaciente. Navegar é preciso. Mas viver também é preciso. Nada do que se passa em Portugal, e na Europa e no mundo, é indiferente ao olhar do Prof. Paz Ferreira, ao seu olhar intelectual, profundo e intenso, de uma densidade que tem a marca do compromisso, da responsabilidade, que tem a marca de uma acção cada vez mais urgente."
Sampaio da Nóvoa ( Reitor da UL)
Crónicas de Anos de Chumbo 2008 - 2013, de Eduardo Paz Ferreira, Edições 70.
Lançamento - 25 Abril, 21h
Livraria SolMar - Sala 2 CineSolmar.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
O Imaginário
“Mas o bom
romance fica, e para sempre.
Não esperem, pois, que seja uma
universidade ou um grupo de críticos a virem confirmar que na literatura de
autores açorianos estão outros mundos, estética e tematicamente belos, para nós
já apreendidos numa primeira leitura atenta.Confiem, sim, nas vossas intuições, e sabedoria pessoal e na vossa experiência de vida e capacidade intelectual. Quanto a mim, a literatura açoriana define e restitui-nos a voz que a história e a política, durante séculos, nos tentou negar.”
Vamberto Freitas, O
Imaginário dos Escritores Açorianos, 2ª edição, Letras Lavadas Edições.
LANÇAMENTO - DIA 20 DE ABRIL - 18H - LIVRARIA SOLMAR - 2013.
sábado, 6 de abril de 2013
FESTA DO LIVRO 2013 - Livraria SolMar
FESTA DO LIVRO 2013 - Livraria SolMar.
Os meses de Abril e Maio vão ser, de facto, uma inigualável Festa do Livro na Livraria SolMar, aqui em Ponta Delgada, dando assim continuidade a uma obra que já conta com 22 anos de actividade em prol do livro e das artes em geral no nosso arquipélago. Entre lançamentos e Feira do Livro, a Livraria SolMar vai juntar estes dois meses algumas das figuras nac...ionais e regionais conhecidas no campo da literatura, jornalismo, política e até finanças, e em cujas sessões a assistência tanto ouvirá discursos sobre estes temas, como poderá ainda participar em diálogos com todos os convidados em cada sessão. Ficam aqui só alguns nomes: Eduardo Paz Ferreira, Mário Mesquita, Vamberto Freitas, João de Melo, Urbano Bettencourt, Paulo Meneses, Carlos Cordeiro, Bastos e Silva, Duarte Melo, Carlos César e Álamo Oliveira.
Os meses de Abril e Maio vão ser, de facto, uma inigualável Festa do Livro na Livraria SolMar, aqui em Ponta Delgada, dando assim continuidade a uma obra que já conta com 22 anos de actividade em prol do livro e das artes em geral no nosso arquipélago. Entre lançamentos e Feira do Livro, a Livraria SolMar vai juntar estes dois meses algumas das figuras nac...ionais e regionais conhecidas no campo da literatura, jornalismo, política e até finanças, e em cujas sessões a assistência tanto ouvirá discursos sobre estes temas, como poderá ainda participar em diálogos com todos os convidados em cada sessão. Ficam aqui só alguns nomes: Eduardo Paz Ferreira, Mário Mesquita, Vamberto Freitas, João de Melo, Urbano Bettencourt, Paulo Meneses, Carlos Cordeiro, Bastos e Silva, Duarte Melo, Carlos César e Álamo Oliveira.
quinta-feira, 21 de março de 2013
22 Anos da SolMar
Hoje comemoramos 22 Anos de existência.
A história da livraria SolMar Artes e Letras, foi feita de
determinação, teimosia, dedicação, gratidão, e AMOR AOS LIVROS. Agradecemos a todos
os escritores, editores, e amigos desta livraria, que até hoje contribuíram
para que este espaço existisse. Aos livros, à literatura, e a todos os que não
sabem viver ser ler, o nosso sincero obrigado.
José Carlos Frias.
quinta-feira, 14 de março de 2013
O Estranho Dever Do Cepticismo
«O céptico, ao contrário do que é voz corrente, não é o que
não crê em nada, é antes aquele que pergunta e encontra através da interrogação
(...). O céptico dos cafés desfaz de tudo, incluindo da possibilidade de
conhecimento, enquanto o céptico filosófico constrói um mundo e o seu processo
de demonstração por tentativas costuma ser ao mesmo tempo exigente, subtil e
delicado. Ora um dos principais objectivos deste livro consiste em tentar
mostrar a complexidade de que se reveste a realidade e a forma como, para além
da primeira aparência, novas evidências surgem em torno dos acontecimentos
públicos, dos factos históricos e dos seus intérpretes (…).
Outra razão para a sensação de proximidade com os textos provém sem dúvida da própria contemporaneidade dos factos a que alude (…). Mário Mesquita examina-os com uma paixão escondida, uma tenacidade própria dos lutadores intelectuais que cedo se impuseram a si mesmos raramente dizer eu, a não ser em termos de testemunha ou sujeito de pensamento. (…) Podemos ir de novo ao encontro das imagens da queda do Muro de Berlim, reviver o optimismo dos anos 90 a empurrar as velas enfunadas da Europa de então, reconstituir o arco de triunfo erguido ao modelo da economia de mercado, observar como os Cinco Continentes se transformaram numa pangeia do capitalismo sustentado pela globalização, podemos recordar como o sistema bancário nos proporcionou viver no futuro, ou ainda examinar como no meio de uma espécie de esperança total na virtude do ideal democrático, se popularizou a ideia do fim da história.»
Lídia Jorge, do PrefácioOutra razão para a sensação de proximidade com os textos provém sem dúvida da própria contemporaneidade dos factos a que alude (…). Mário Mesquita examina-os com uma paixão escondida, uma tenacidade própria dos lutadores intelectuais que cedo se impuseram a si mesmos raramente dizer eu, a não ser em termos de testemunha ou sujeito de pensamento. (…) Podemos ir de novo ao encontro das imagens da queda do Muro de Berlim, reviver o optimismo dos anos 90 a empurrar as velas enfunadas da Europa de então, reconstituir o arco de triunfo erguido ao modelo da economia de mercado, observar como os Cinco Continentes se transformaram numa pangeia do capitalismo sustentado pela globalização, podemos recordar como o sistema bancário nos proporcionou viver no futuro, ou ainda examinar como no meio de uma espécie de esperança total na virtude do ideal democrático, se popularizou a ideia do fim da história.»
O Estranho Dever Do Cepticismo, Mário Mesquita, Tinta da China, 2013.







