segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

LerAçores Emanuel Jorge Botelho

 
Não sei viver sem Livros
não sei viver sem o Mar
 
 

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Os Miseráveis


«Enquanto existir, por força da lei e do costume, uma condenação social que, face à civilização, cria artificialmente infernos na terra e complica um destino que é divino com a fatalidade humana; enquanto os três problemas da época – a degradação do homem pela pobreza, a ruína da mulher pela fome e a diminuição da infância pela noite física e espiritual – não forem resolvidos; enquanto, em certas regiões, for possível a asfixia social; por outras palavras, e de um ponto de vista mais vasto, enquanto a ignorância e a miséria permanecerem na terra, livros como este não podem ser inúteis

Prefácio de Victor Hugo, Os Miseráveis.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Os Melhores de 2012




O Varandim Seguido de Ocaso em Carvangel, Mário de Carvalho, Porto Editora.
 A Piada Infinita, David Foster Wallace, Quetzal.
Os Sítios Sem Resposta, Joel Neto, Porto Editora.

30Crónicas II, Emanuel Jorge Botelho, ilustrações de Urbano, Publiçor.
Todas as Palavras, Manuel António Pina, Assírio & Alvim.

África Frente e Verso, Urbano Bettencourt, Letras Lavadas.
Quarteto de Alexandria, Lawrence Durrell, Reed. D.Quixote.

BorderCrossing Leituras Transtlânticas, Vamberto Freitas, Letras Lavadas.
Utopias em Dói Menor, Onésimo Teotónio de Almeida, João Maurício Brás, Gradiva.

Trabalhos e Paixões de Fernando Assis Pacheco, Nuno Costa Santos, Tinta da China.
PátriaUtópica, António Barreto, Ana Benavente, Eurico Figueiredo, José Medeiros

Ferreira, Valentim, Ed. Bizâncio.

O Arranha – Céus Horizontal, Luis Rego, ilustrações Elisabete Ross, Ed. Autor.

Esta é uma escolha da inteira responsabilidade dos livreiros da SolMar Artes e Letras, fundamentada pela qualidade das obras e pela importância dos seus autores para com a nossa livraria.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

O Quarteto



“ O mar está novamente agitado hoje, com rajadas de vento que despertam os sentidos. Em pleno inverno, a primavera começa a fazer-se sentir. Toda a manhã o céu esteve de uma pureza de pérola; há grilos nos recantos sombrios; o vento despoja e fustiga os grandes plátanos…
Retirei-me para esta ilha com alguns livros e com a criança – a filha de Melissa. Não sei porquê, agora, ao escrever, penso nesta ilha como num «retiro». Os habitantes dizem por brincadeira que só um convalescente pensaria em vir procurar este lugar. Bem, para condescender, admitamos que sou um homem que procura curar-se…”

O Quarteto de Alexandria, Lawrence Durrell, D. Quixote, 2012.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

sábado, 1 de dezembro de 2012

Manuel Ferreira 1916 - 2012


 
" Alto como as Estrelas livre como o Vento"
Manuel Ferreira

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

A Piada Infinita




Sátira aos costumes da sociedade de consumo, devaneio pós-moderno contra os excessos do pós-modernismo, lírico e erudito, lúdico e realista, A Piada Infinita, nas suas contradições e fôlego imenso, é um livro que escapa a qualquer definição e, mais do que uma obra sobre o nosso futuro colectivo, parece uma obra vinda de um universo diferente do nosso, justificando o que a romancista Zadie Smith escreveu sobre Wallace:
“ Um visionário, um artesão, um cómico e tão sério quanto se pode ser sem escrever um texto religioso. É tão moderno que parece habitar um contínuo tempo-espaço diferente do nosso. Maldito seja."

A Piada Infinita, David Foster Wallace, Ed. Quetzal, 2012.