segunda-feira, 25 de junho de 2012

Tudo Isto Para Falar da Noite



UM


resiste-se à morte
semeando heras,
tatuando, na subida,
os ombros de deus


Tudo Isto Para Falar da Noite, Emanuel Jorge Botelho
Antologia Poética, com prefácio e Selecção de
Manuel de Freitas, Capa de Urbano
Ed. Língua Morta.



terça-feira, 19 de junho de 2012

Fotografia de António Pacheco


Lançamento do livro Retábulos Barrocos Micaelenses de Sofia Medeiros, edição Artes e Letras e Museu Carlos Machado, integrado no projecto
“ Indigências", realiza -se na Igreja de São José, no próximo dia 23 Junho, sábado, pelas 19.00h.
Neste dia Inaugural serão apresentados ao público as obras Kenosis de Urbano, e decorrerá um concerto de orgãos.

Sobre a autora - Sofia Medeiros nasceu em Ponta Delgada, é licenciada em Escultura pela FBAUL, é mestre em História da Arte pela Universidade Lusíada de Lisboa, actualmente directora CRAA.
Realiza exposições individuais desde 1996, estando representada em colecções públicas.

A obra - Resulta de um projecto pessoal, mas justamente beneficia um público vasto. Este é o ponto de partida para construção de um itinerário de Retábulos Barrocos Micaelenses estilo Nacional e Joanino.


sexta-feira, 15 de junho de 2012

Novo livro de Nuno Costa Santos




Às vezes é um insecto que faz disparar o alarme
um zumbido que detona o coração.


Às vezes é uma vírgula que tomba na frase
uma cabeça que desaba num ombro qualquer.


Às vezes é um fósforo
que  resplandece venturosas entradas
no dicionário dos dias.


Às vezes nem isso.


Às vezes é um sopro que revira o mundo
no ventre do tempo
como quem se prepara para uma nova vida.




Nuno Costa Santos, às vezes é um insecto que faz disparar o alarme
Ed. Companhia Das Ilhas, colecção transeatlântico, 001, Poesia.
Já à venda na SolMar.


quarta-feira, 6 de junho de 2012

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Os Sítios Sem Resposta




Miguel João Barcelos mudou. Atrás, tem dois casamentos fracassados, uma monótona carreira de profissional de seguros e uma longa história de serões passados ao lado do pai, chorando algumas das mais belas e irresistíveis derrotas do Sporting. Agora, começou a sofrer pelo Benfica. E é quando se prepara para confessar o seu crime que vê entrar em cena uma misteriosa executiva de saltos altos, determinada a virar do avesso todas as certezas sobre as quais esperava erguer o seu projeto de nascer de novo.

Um fresco sobre a solidão que é, ao mesmo tempo, uma viagem ao coração dos homens e um tributo ao indecifrável poder das mulheres. Dez anos depois de O Citroën Que Escrevia Novelas Mexicanas, Joel Neto regressa à ficção - e para ficar.
O novo romance de Joel Neto "Os Sítios Sem Resposta",  será apresentado em Ponta Delgada, no dia 11 de Junho, pelas 19.00h, na Livraria SolMar.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Ciclo da Água



Lançamento do novo livro da Colecção Onde Vamos Hoje das autoras Cristina Quental e Mariana Magalhães, amanhã dia 2 Junho, pelas 14horas, na ExpoLab.
Para pais e crianças, venham passar um dia diferente e muito animado. 

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Hoje na SolMar lançamento borderCrossings leituras transatlânticas, de Vamberto Freitas

" As Ilhas Desconhecidas" pela objectiva de Jorge Barros




O Casino Terra Nostra, nas Furnas, acolheu ontem, no âmbito das comemorações do Dia da Região, o lançamento de um álbum com o título “As Ilhas Desconhecidas: Notas e Paisagens”, o clássico da literatura portuguesa, assinado por Raul Brandão, que Jorge Barros ilustrou com fotografias inéditas da sua autoria.
Trata-se de um volume ímpar, que resulta do levantamento fotográfico, levado a cabo por Jorge Barros, entre 1988 e 2011 por todo o arquipélago. Neste livro, a sua objetiva capta, da forma singular que o carateriza, a paisagem natural e a vivência humana das ilhas, propiciando igualmente uma releitura da própria obra que lhe serve de (pre) texto.

Já está à venda na Livraria SolMar.

sábado, 19 de maio de 2012

Ar de Dylan



"Vílnius evocou a recordação dum graffiti que parecia acabado de escrever por Guy Debord com a própria mão: Ne travaillez jamais (não trabalhem nunca). E Débora disse que, numa época de crise como aquela em que viviam, talvez o mais alto a que eles pudessem aspirar fosse encarnar o espírito da crise. Agiriam sempre de tal forma que, sempre que tivessem uma ideia, resistiriam a levá-la à prática. Não haveria ninguém no mundo tão consciente da desilusão que se segue a toda a obra humana, e isso faria que evitassem qualquer acção evitando assim o fracaso. Posto que havia crise, ser a própria crise podia salvá-los dela. Depois me dirás, disse Vílnius, como é que se faz para nos convertermos na crise".

Enrique Vilas - Matas, Ar de Dylan, Ed. Teodolito, 2012.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Convite


Daniel Gonçalves apresenta o seu novo livro dia 16 Maio, pelas 20.30, na livraria.
A apresentação da obra estará a cargo de Renata Correia Botelho.