
domingo, 7 de outubro de 2007
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Não Perca
Esta será com toda a certeza uma das mais belas capas da Visão, acabadinha de chegar à livraria , é um orgulho ver a nossa terra como tema de tão importante revista.Em relação ao resto não posso comentar porque ainda não li, mas com certeza que vão criticar, especular, etc,etc,.....
Por mim acho uma maravilhaaaaa............
terça-feira, 2 de outubro de 2007
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Computadores contra o ensino

Portugal descobriu a era das tecnologias para o ensino. Esqueceu muito antes disso o incentivo à leitura, o gosto por comprar um livro como um bem essencial, para que este gosto, o de ler , seja uma necessidade e não uma obrigação ou um grandessíssimo frete.
Faço minhas as palavras de Nuno Crato na sua crónica ao expresso esta semana.
“Há uma corrente pedagógica que se fascina com a tecnologia e acha que calculadoras, quadros interactivos e computadores são a solução para os problemas do ensino. Um exemplo dos danos causados por essa corrente foi a promoção das calculadoras em detrimento do cálculo mental. O problema, como é óbvio, não está na tecnologia mas na maneira como ela é utilizada.
O deslumbre provinciano pela modernidade, no entanto, esquece esta verdade simples. E não quer aprender com os erros dos outros. Estudos vários (v.,e .g., Educ. Studies in Math., 56, p 119) apontam para o uso das calculadoras como um dos factores de insucesso escolar. E nos Estados Unidos, países que há uma década promoveu a generalização dos computadores portáteis nas escolas, assiste-se neste momento a uma marcha atrás acelerada. Vale a pena , po exemplo, ler o informativo artigo “ Seeing no progress, some schools drop laptops”, publicado no New YorK Times em 4/5/07 e acessível gratuitamente pala Internet. Directores de escolas, professores e pais classificam a generalização dos computadores nas salas de aulas como uma “ distracção para o processo educativo “. E o grande mentor da introdução de “Laptops and Literacy”, viu-se recentemente obrigado a confessar que , quando se trata de elevar os jovens aos patamares mais fundamentais , talvez os portáteis não sejam o caminho”.
È bom usar computadores mas é perigoso deslumbrarmo-nos e julgar que eles vão resolver os problemas básicos do ensino.”
Faço minhas as palavras de Nuno Crato na sua crónica ao expresso esta semana.
“Há uma corrente pedagógica que se fascina com a tecnologia e acha que calculadoras, quadros interactivos e computadores são a solução para os problemas do ensino. Um exemplo dos danos causados por essa corrente foi a promoção das calculadoras em detrimento do cálculo mental. O problema, como é óbvio, não está na tecnologia mas na maneira como ela é utilizada.
O deslumbre provinciano pela modernidade, no entanto, esquece esta verdade simples. E não quer aprender com os erros dos outros. Estudos vários (v.,e .g., Educ. Studies in Math., 56, p 119) apontam para o uso das calculadoras como um dos factores de insucesso escolar. E nos Estados Unidos, países que há uma década promoveu a generalização dos computadores portáteis nas escolas, assiste-se neste momento a uma marcha atrás acelerada. Vale a pena , po exemplo, ler o informativo artigo “ Seeing no progress, some schools drop laptops”, publicado no New YorK Times em 4/5/07 e acessível gratuitamente pala Internet. Directores de escolas, professores e pais classificam a generalização dos computadores nas salas de aulas como uma “ distracção para o processo educativo “. E o grande mentor da introdução de “Laptops and Literacy”, viu-se recentemente obrigado a confessar que , quando se trata de elevar os jovens aos patamares mais fundamentais , talvez os portáteis não sejam o caminho”.
È bom usar computadores mas é perigoso deslumbrarmo-nos e julgar que eles vão resolver os problemas básicos do ensino.”
Com tudo isto, a ideia que quero passar, é que o computador será sempre um meio mas nunca uma substituição de um livro ou de um manual escolar, terão que interagir os dois, livro e computador, para a formação inteléctual de todos nós e dos nossos filhos.
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
A não perder
Ilda David expõe no Museu Carlos Machado
O Museu Carlos Machado, de Ponta Delgada, inaugura dia 21, pelas 20 horas, uma exposição de pintura de Ilda David, denominada “Pentateuco”.
A mostra, patente ao público no núcleo de Arte Sacra daquele museu, instalado na antiga Igreja do Colégio dos Jesuítas, em Ponta Delgada, vai estar aberta até 31 de Outubro.
O museu realiza, também, às 21 horas do mesmo dia, o primeiro ciclo de conversas sobre os Transcendentais que abordará a temática da Beleza, contando com as presenças do poeta e teólogo José Tolentino Mendonça e do artista plástico André Laranjinha.
O Museu Carlos Machado, de Ponta Delgada, inaugura dia 21, pelas 20 horas, uma exposição de pintura de Ilda David, denominada “Pentateuco”.
A mostra, patente ao público no núcleo de Arte Sacra daquele museu, instalado na antiga Igreja do Colégio dos Jesuítas, em Ponta Delgada, vai estar aberta até 31 de Outubro.
O museu realiza, também, às 21 horas do mesmo dia, o primeiro ciclo de conversas sobre os Transcendentais que abordará a temática da Beleza, contando com as presenças do poeta e teólogo José Tolentino Mendonça e do artista plástico André Laranjinha.
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Já na Livraria

O nº 78 da revista National Geographic deste mês dedica uma belíssima reportagem sobre o Vulcão dos Capelinhos .
Há 50 anos, a ilha do Faial testemunhou o nascimento de um vulcão submarino.
A curiosidade venceu o medo: centenas de populares, jornalistas e cientistas acorreram aos Capelinhos para observar o vulcão que viria a mudar uma ilha e um arquipélago.
Texto de Paulo Jorge Carmona
Fotografias de Pedro Guimarães.
Há 50 anos, a ilha do Faial testemunhou o nascimento de um vulcão submarino.
A curiosidade venceu o medo: centenas de populares, jornalistas e cientistas acorreram aos Capelinhos para observar o vulcão que viria a mudar uma ilha e um arquipélago.
Texto de Paulo Jorge Carmona
Fotografias de Pedro Guimarães.
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
Horas Nostálgicas
Tudo em ti era simples e fácil,Sem transcendência….
Como um livro que se lê
Na adolescência
e em que apenas se aprende o verbo amar!
Livro que eu folheava irreverente,
na ânsia inquieta
de o complicar!
E a tua vida, ardendo
nas minhas mãos de volúpia,
crepitava, incendiada
num ritual de beleza,
submetida à minha posse
dominante – insaciada!
Mas quando certo dia me pedias,
numa teima caprichosa
e exigente,
a dália rubra do meu amor
…desfez-se em rubra cinza o meu ardor
e deixei-o tombar quase indiferente!...
Judith Teixeira


